Três réus são julgados por tentativa de homicídio qualificado em Inhapim

0
656

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Inhapim, representada pelo promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro, participa nesta segunda-feira (20/10/2025), no Fórum de Inhapim, do julgamento de Célio Luiz Soares (47 anos), Dioleno Sílvio Teodoro (43 anos) e Fábio Francisco Ribeiro (47 anos).

De acordo com a denúncia oferecida pelo MPMG, os três réus respondem pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e coação no curso do processo, conforme a conduta atribuída a cada acusado.

Célio Luiz Soares é apontado como mandante do crime, motivado por ciúmes de sua ex-esposa, atual companheira da vítima. Dioleno Sílvio Teodoro, segundo o Ministério Público, foi o executor dos disparos, agindo mediante promessa de recompensa, e ainda teria ameaçado a vítima após o crime — o que motivou também a imputação de coação no curso do processo. Já Fábio Francisco Ribeiro teria auxiliado na localização e vigilância da vítima, garantindo apoio à ação criminosa.

Conforme apurado, o crime ocorreu em 15 de dezembro de 2024, em um bar localizado na Rua Alcino Martins de Paiva, no Centro de São Domingos das Dores. Na ocasião, Dioleno efetuou disparos de arma de fogo contra Weliton Gonçalves de Sousa, que reagiu e conseguiu escapar com vida.

A tentativa de homicídio foi cometida por motivo torpe (ciúmes), mediante promessa de recompensa e com recurso que dificultou a defesa da vítima.

Se condenados, os réus poderão cumprir penas que ultrapassam 30 anos de reclusão.

Para o promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro, o julgamento representa mais uma demonstração do compromisso do Ministério Público com a defesa da vida e o enfrentamento à violência na região:

“O Tribunal do Júri é a expressão mais direta da Justiça feita pela sociedade. Atuamos para que crimes graves, praticados com frieza e motivação torpe, não fiquem impunes. A resposta firme do sistema de Justiça é essencial para a preservação da ordem pública e da paz social em nossa comarca.”

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui