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Mulher foragida é presa na Rodoviária de Ipatinga; suspeita tentou enganar policiais com nome falso

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A repórter Sandra Serafim nos traz mais detalhes

IPATINGA – Uma mulher de 30 anos, que estava com mandado de prisão em aberto, foi presa na tarde de domingo (28) durante uma operação da Polícia Militar Rodoviária na Rodoviária de Ipatinga, às margens da BR-458.

Segundo a corporação, a equipe recebeu informações repassadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) de que a foragida estaria no terminal rodoviário. Os militares realizaram diligências e conseguiram localizá-la.

Durante a abordagem, a suspeita tentou dificultar sua identificação ao fornecer um nome falso e apresentar dados pessoais divergentes. Após consulta aos sistemas informatizados, os policiais confirmaram sua verdadeira identidade e constataram a existência de um mandado de prisão expedido pela Justiça.

Na revista aos pertences da mulher, foi encontrado um tablete de maconha, que foi apreendido.

Diante dos fatos, ela recebeu voz de prisão pelo cumprimento do mandado judicial, pelo crime de falsa identidade e pelos fatos relacionados à droga apreendida. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Ipatinga.

O que disse a presa

Em entrevista após a prisão, a mulher afirmou que havia deixado a unidade prisional no último dia 16, após obter liberdade por meio de habeas corpus. Segundo ela, oito dias depois foi surpreendida com um novo mandado de prisão, relacionado a um processo por tráfico de drogas de 2024.

Ela negou envolvimento nesse caso e alegou que não estava presente no local da ocorrência investigada. Ainda de acordo com seu relato, a polícia teria associado sua imagem à de outra mulher registrada em gravações.

A presa também comentou sobre a prisão anterior, ocorrida em Belo Oriente, quando foi detida juntamente com o irmão durante uma operação relacionada ao tráfico de drogas. Ela afirmou que foi presa por ser reincidente, embora alegue que os entorpecentes não lhe pertenciam.

Por fim, informou que sua defesa já ingressou com um novo pedido de habeas corpus e busca que ela responda ao processo em prisão domiciliar. A mulher disse ainda esperar retornar ao convívio da família, especialmente da filha de seis anos.

A versão apresentada pela suspeita representa sua defesa e deverá ser analisada pela Justiça no decorrer do processo.

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