{"id":27147,"date":"2022-07-10T12:37:39","date_gmt":"2022-07-10T15:37:39","guid":{"rendered":"https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/?p=27147"},"modified":"2022-07-10T12:37:40","modified_gmt":"2022-07-10T15:37:40","slug":"ameacas-de-massacres-em-escolas-de-minas-causam-medo-e-apreensao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/index.php\/2022\/07\/10\/ameacas-de-massacres-em-escolas-de-minas-causam-medo-e-apreensao\/","title":{"rendered":"Amea\u00e7as de massacres em escolas de Minas causam medo e apreens\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-27149\" srcset=\"https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-300x200.jpeg 300w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-768x512.jpeg 768w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-696x464.jpeg 696w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-1068x712.jpeg 1068w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E-630x420.jpeg 630w, https:\/\/plantaopolicialipatinga.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/2777A354-3093-4878-BB5F-E637449C2F2E.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><strong><em>Bilhete deixado em escola de Itabirito prometia massacre na institui\u00e7\u00e3o de ensino\u00a0\u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Redes sociais<\/em><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o vou descansar at\u00e9 que esta escola seja banhada na morte\u201d. O trecho de um bilhete deixado em uma institui\u00e7\u00e3o de ensino de Itabirito, na regi\u00e3o Central de Minas, mostra a escalada de amea\u00e7as de massacres nas escolas do Estado. Levantamento realizado por O TEMPO aponta que pelo menos 13 casos foram noticiados. O ambiente que deveria ser de aprendizado passou a ser de \u201cmedo\u201d, conforme relatado por quem exerce a profiss\u00e3o de educador.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Escola Municipal Manoel Salvador de Oliveira, em Itabirito, somente em uma semana foram contabilizadas tr\u00eas amea\u00e7as. Aulas chegaram a ser suspensas pelo temor de que o pior acontecesse. A Pol\u00edcia Civil, conforme informado \u00e0 reportagem, conseguiu evitar, por meio de trabalho investigativo, que quatro massacres escolares acontecessem nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a volta \u00e0s aulas, ap\u00f3s o per\u00edodo de isolamento imposto pela pandemia de Covid-19, um comportamento mais agressivo tem sido observado nos alunos. \u201cEm uma roda de professores convers\u00e1vamos que a escola sempre teve briga, pelo fato de ser um espa\u00e7o de conviv\u00eancia, mas temos ouvido relatos de que todos os dias, por exemplo, tem discuss\u00e3o de aluno no recreio\u201d, conta a professora Denise Romano, que tamb\u00e9m \u00e9 coordenadora geral do Sindicato \u00danico dos Trabalhadores em Educa\u00e7\u00e3o de Minas Gerais (Sind-UTE MG).<\/p>\n\n\n\n<p>As amea\u00e7as de massacres v\u00eam sendo registradas em v\u00e1rias cidades de Minas, o que faz com que os casos n\u00e3o sejam isolados, conforme aponta Denise. \u201cOs n\u00fameros mostram que n\u00e3o tem nada de isolado, apesar de o Estado tratar como tal\u201d. O medo de as amea\u00e7as serem concretizadas \u00e9 visto na comunidade escolar. Por isso, e diante do aumento de amea\u00e7as de massacres, entender o que leva alunos a ter tal comportamento \u00e9 essencial, segundo a psic\u00f3loga Samantha Alves.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>O que diz a psicologia<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>\u201cTemos alguns fatores que podem contribuir. Pode ser a forma encontrada para reagir ao bullying, j\u00e1 que esse tipo de agress\u00e3o gera efeitos psicol\u00f3gicos na personalidade e acaba fazendo com que o adolescente reaja de forma agressiva. O n\u00facleo familiar, que n\u00e3o valida os sentimentos dos jovens, e isso, sim, contribui para eles se manifestarem de tal forma\u201d, sugere.<\/p>\n\n\n\n<p>O que n\u00e3o pode acontecer, de forma alguma, nos casos de amea\u00e7as de massacre \u00e9 a \u201cneglig\u00eancia\u201d. \u201cN\u00e3o podemos achar que n\u00e3o vai dar em nada e que o aluno s\u00f3 quer chamar a aten\u00e7\u00e3o ou pressionar a escola. S\u00e3o jovens que precisam de acompanhamento profissional de psic\u00f3logos e psiquiatras. N\u00e3o podemos tratar como coisa normal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>Observar os sinais \u00e9 importante<\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Observar os sinais comportamentais \u00e9 outra forma de analisar o que pode estar por vir. \u201cEsse tipo de situa\u00e7\u00e3o (amea\u00e7as de massacres) n\u00e3o acontece de uma hora para outra, mas acabamos caindo nesse mito. Sempre ouvimos algu\u00e9m comentando: \u201cDo nada o jovem teve tal comportamento\u201d, \u201cera uma pessoa t\u00e3o tranquila\u201d. S\u00f3 que qualquer pessoa d\u00e1 sinais. O problema \u00e9 que, muitas vezes, n\u00e3o temos a sensibilidade para entend\u00ea-los\u201d, pontua Samantha.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u2018Emo\u00e7\u00f5es reprimidas\u2019<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A neuropsicopedagoga Sandra de F\u00e1tima Souza sugere que a alta exposi\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, adolescentes e jovens \u00e0s telas tamb\u00e9m acaba contribuindo para um comportamento mais agressivo, aliado com uma dificuldade encontrada pelos pais em educ\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs fam\u00edlias n\u00e3o est\u00e3o sabendo lidar com as fases da primeira, segunda e terceira inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia e acabam as deixando em telas de celular e televis\u00e3o. Ali est\u00e3o aprendendo o que \u00e9 repassado. Os pais n\u00e3o est\u00e3o conseguindo ser pais. Eles t\u00eam muitas d\u00favidas de como agir e acabam deixando os filhos mandarem neles\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>O comportamento agressivo visto nas institui\u00e7\u00f5es de ensino \u00e9, para Sandra, consequ\u00eancia dessa aus\u00eancia de educa\u00e7\u00e3o vinda da fam\u00edlia. \u201cNa escola, toda f\u00faria e emo\u00e7\u00f5es reprimidas s\u00e3o descontadas nos profissionais, pois ali tem normas e regras, e isso eles n\u00e3o sabem, pois acabam achando que o mundo gira em torno deles. Logo, quando algo sai fora do padr\u00e3o, as amea\u00e7as acabam vindo, incluindo as de massacre\u201d.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Medo cada vez mais presente nas escolas<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Diante dos casos de amea\u00e7as de massacres, o medo tem se tornado frequente nas escolas, e o temor \u00e9 que a situa\u00e7\u00e3o piore ainda mais. \u201cNo Brasil temos um forte incentivo \u00e0 viol\u00eancia, e isso parte do presidente da Rep\u00fablica. Estamos muito perto de vivenciarmos o que vemos nos notici\u00e1rios dos Estados Unidos. \u00c9 bem verdade que a cultura armamentista l\u00e1 \u00e9 muito mais antiga, por\u00e9m estamos tendo a viol\u00eancia autorizada pelo Estado. Aquilo que o cidad\u00e3o n\u00e3o consegue resolver, ele \u2018resolve\u2019 na bala\u201d, diz Denise.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora acredita que os casos de viol\u00eancia escolar s\u00e3o ainda maiores do que os apontados nos n\u00fameros. \u201cMuitos temem denunciar porque pensam que algo pode acontecer com eles e as fam\u00edlias. Est\u00e1 muito dif\u00edcil. Todas as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia dentro das escolas s\u00e3o reflexos da sociedade. \u00c9 uma omiss\u00e3o e abandono, por parte do Estado, que n\u00e3o tem precedente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que fazer?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante de um cen\u00e1rio desafiador, pensar estrat\u00e9gias \u00e9 essencial para mudar a realidade, conforme sugere a psic\u00f3loga Samantha.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA responsabilidade n\u00e3o pode ser 100% da escola, pois ela tem limita\u00e7\u00f5es do que pode oferecer. Seria interessante, mas sempre com a participa\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e de outros profissionais, ter campanhas educativas nas escolas. Mais do que isso, os pais devem manter di\u00e1logo com os filhos, ficar atentos aos sinais que eles demonstram e ver o cen\u00e1rio em que eles est\u00e3o inseridos. \u00c9 preciso uma rede de apoio para lidar com esta realidade imposta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Investiga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os casos de poss\u00edveis massacres s\u00e3o investigados pela Pol\u00edcia Civil. O delegado Marcelo Teot\u00f4nio investiga as amea\u00e7as deixadas em banheiros da Escola Municipal Manoel Salvador de Oliveira, em Itabirito. \u201cNa segunda-feira (27\/6) apareceu a primeira mensagem dizendo que o massacre ocorreria na ter\u00e7a-feira (28). Na ter\u00e7a-feira, outra mensagem dizia que a presen\u00e7a da Pol\u00edcia Civil no local n\u00e3o impediria o massacre\u201d, explicou o delegado.<\/p>\n\n\n\n<p>Teot\u00f4nio informou que o primeiro \u201cbilhete\u201d foi escrito no banheiro masculino, j\u00e1 a segunda amea\u00e7a apareceu no banheiro das meninas. \u201cTemos algumas linhas investigativas. Estamos analisando se foi um aluno, um funcion\u00e1rio. A c\u00e2mera n\u00e3o funciona, mas n\u00e3o est\u00e1 descartada a entrada de pessoas de fora (da institui\u00e7\u00e3o de ensino)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma nova amea\u00e7a, a terceira em uma semana, aconteceu na \u00faltima ter\u00e7a-feira (5) e chegou ao conhecimento das autoridades policiais. \u201cEnviamos a per\u00edcia e aguardamos os resultados dos trabalhos para delimitar nossa investiga\u00e7\u00e3o. \u00c9 um trabalho complicado, pois estamos falando da maior escola da cidade, com 1.100 alunos. N\u00e3o podemos desacreditar de nada: desde brincadeira para n\u00e3o ter aula e gerar o caos at\u00e9 mesmo um real desejo de praticar um massacre\u201d, finalizou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que diz a SEE-MG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Procurada por O TEMPO, a Secretaria de Estado de Educa\u00e7\u00e3o de Minas Gerais (SEE-MG) informou que, quando acontecem ocorr\u00eancias dentro de escolas estaduais, ou em redes sociais, \u201csempre acionam imediatamente os \u00f3rg\u00e3os competentes, como medida preventiva de seguran\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs equipes de seguran\u00e7a p\u00fablica comparecem \u00e0s unidades para averiguar as situa\u00e7\u00f5es, prestar orienta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e dar prosseguimento \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es dos casos. N\u00e3o sendo constatados riscos aos alunos e servidores, as atividades pedag\u00f3gicas seguem normalmente. As investiga\u00e7\u00f5es dos casos s\u00e3o de responsabilidade das autoridades competentes, incluindo a Pol\u00edcia Civil\u201d, diz trecho da nota.<\/p>\n\n\n\n<p>A pasta complementa destacando que \u201cdesenvolve e estimula a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de combate \u00e0 viol\u00eancia no ambiente escolar, al\u00e9m de contar com importantes parcerias em iniciativas dessa tem\u00e1tica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relembre os casos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>22\/2 &#8211; Um recado avisando sobre um suposto ataque foi deixado em um poste perto de escola no bairro Jaqueline, em Belo Horizonte<br>6\/4 &#8211; Amea\u00e7a de massacre \u00e9 pichada em parede de banheiro do Col\u00e9gio Magnum, no bairro Nova Floresta, na regi\u00e3o Nordeste de Belo Horizonte<br>29\/4 &#8211; Postagem nas redes sociais prometia massacre na Escola Estadual Jos\u00e9 Pereira dos Santos, em Sarzedo: \u201cTer\u00e1 sangue\u201d<br>4\/5 &#8211; Tamb\u00e9m na internet, uma postagem falava sobre massacre em escola de Passos; adolescentes acusados foram detidos<br>4\/5 &#8211; Na Escola Estadual Nilo Mauricio Trindade Figueiredo, em Lagoa Santa, uma frase com amea\u00e7a de massacre foi escrita em banheiro e mobilizou a Pol\u00edcia Militar<br>11\/5 &#8211; Mensagem escrita em banheiro da Escola Estadual Pedro de Alc\u00e2ntara, em Varginha<br>15\/5 &#8211; Aulas s\u00e3o suspensas na Escola Estadual Frei Afonso Maria Jord\u00e1, em Aimor\u00e9s, ap\u00f3s poss\u00edvel massacre: \u201cO neg\u00f3cio vai ficar doido\u201d<br>27\/5 &#8211; Amea\u00e7a nas paredes do banheiro da Escola Estadual Victor Gon\u00e7alves de Souza, em Ita\u00fana; uma bomba foi acionada na \u00e1rea externa da institui\u00e7\u00e3o<br>1\u00ba\/6 &#8211; Boato de amea\u00e7a em escola estadual no bairro Floramar, na regi\u00e3o Norte de Belo Horizonte, se espalhou em grupos de alunos<br>13\/6 &#8211; Escola Estadual Manoel Dias Corr\u00eaa, em Itatiaiu\u00e7u, teve policiamento refor\u00e7ado ap\u00f3s bilhete ser deixado em banheiro masculino<br>15\/6 &#8211; Col\u00e9gio Marista S\u00e3o Jos\u00e9, em Montes Claros, teve massacre prometido<br>28\/6 &#8211; Duas amea\u00e7as de massacre s\u00e3o registradas na Escola Municipal Manoel Salvador de Oliveira, em Itabirito: \u201cBanhada em morte\u201d<br>5\/7 &#8211; Terceira amea\u00e7a \u00e9 registrda na mesma escola de Itabirito, e investiga\u00e7\u00e3o tenta identificar autoria<br>Nota da SES-MG na \u00edntegra<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre as eventuais amea\u00e7as registradas dentro de escolas estaduais, ou em redes sociais, a Secretaria de Estado de Educa\u00e7\u00e3o de Minas Gerais (SEE-MG) informa que as unidades escolares sempre acionam imediatamente os \u00f3rg\u00e3os competentes, como medida preventiva de seguran\u00e7a. As equipes de seguran\u00e7a p\u00fablica comparecem \u00e0s unidades para averiguar as situa\u00e7\u00f5es, prestar orienta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e dar prosseguimento \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es dos casos. N\u00e3o sendo constatados riscos aos alunos e servidores, as atividades pedag\u00f3gicas seguem normalmente. As investiga\u00e7\u00f5es dos casos s\u00e3o de responsabilidade das autoridades competentes, incluindo a Pol\u00edcia Civil.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Ressaltamos que a SEE-MG desenvolve e estimula a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de combate \u00e0 viol\u00eancia no ambiente escolar, al\u00e9m de contar com importantes parcerias em iniciativas dessa tem\u00e1tica, como o Programa de Conviv\u00eancia Democr\u00e1tica, que procura defender e garantir a cultura de paz nas escolas, promover o respeito, um ambiente acolhedor e a media\u00e7\u00e3o de conflitos. Al\u00e9m disso, a Pol\u00edcia Militar de Minas Gerais (PMMG) tamb\u00e9m atua rotineiramente no ambiente escolar, por meio de programas com a Patrulha Escolar, que realiza rondas preventivas no entorno das unidades de ensino, propiciando um ambiente mais seguro para a comunidade escolar.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: O Tempo<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cN\u00e3o vou descansar at\u00e9 que esta escola seja banhada na morte\u201d. O trecho de um bilhete deixado em uma institui\u00e7\u00e3o de ensino de Itabirito, na regi\u00e3o Central de Minas, mostra a escalada de amea\u00e7as de massacres nas escolas do Estado. Levantamento realizado por O TEMPO aponta que pelo menos 13 casos foram noticiados. 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